Acordo UE–Mercosul expõe divisões políticas dentro da União Europeia
A aprovação das salvaguardas não ocorreu sem resistência. O debate no Parlamento Europeu revelou divisões profundas entre países e setores econômicos.
Agricultura no centro do conflito
Produtores rurais europeus, especialmente da França e da Irlanda, temem concorrência de produtos sul-americanos com custos mais baixos.
“Há receio de desequilíbrio competitivo”, afirma o cientista político fictício Marco Valenti.
Indústria e exportadores favoráveis
Por outro lado, setores industriais veem o acordo como oportunidade de ampliar exportações de máquinas, veículos e tecnologia.
“A Europa precisa de novos mercados”, destaca a analista fictícia Sophie Klein.
Equilíbrio político delicado
As salvaguardas surgem como tentativa de acomodar interesses divergentes e evitar rejeições futuras.
O modelo pode influenciar negociações comerciais da UE com outras regiões.
